
“Sai da tua terra, da tua parentela, da casa do teu pai e vai para a terra que eu te mostrarei. De ti farei uma grande nação. Te abençoarei e engrandecerei o
teu nome. SÊ TÚ UMA BÊNÇÃO.”(citação livre dos dois primeiros versículos de Gênesis cap. 12)
Ninguém discorda de que um grande chamariz que a religião exerce é a promessa de bênçãos. Com vidas difíceis e cansadas como as que nos cercam, todos querem encontrar em Deus uma fonte de alivio para as suas dores. Vida financeira mais tranqüila; família mais bem estruturada; saúde para viver até a velhice e em chegando lá, ter qualidade de vida; relacionamentos mais emocionantes, apaixonantes e estáveis, são algumas das ambições que impulsionam boa parte dos fiéis.
Queremos ser abençoados. Para isto servimos a Deus. Há algo de errado? Não necessariamente. Há algo que deve anteceder a esta busca e que, de certa maneira, é até condição para ela. Abrão foi advertido sobre isto e teve que aprender ao longo de toda a sua caminhada.
O capítulo 12 de Gn marca uma espécie de instante inaugural da FÉ para a religiosidade de Israel. Não é a toa que o personagem que vivenciou essa saga passará para a história da religião hebréia como o “Pai da Fé”.
Se eu entendo corretamente essa história, os versículos iniciais deste cap. 12 lançam a plataforma que deveria lastrear toda a vida de Abrão e de todo aquele que se inserisse nessa dimensão de relacionamento com Deus. A expressão que melhor marca essa experiência é: “sê tu uma benção”.
Essa era uma maneira de tornar factual um conceito que facilmente se perderia em teoria, em teologia, em ritual, enfim, em coisa genérica. Se alguém se pergunta o que significa “viver a fé” Abrão nos responderia com sua saga assim: “é preciso ser uma bênção”.
No final da sua vida Abraão irá descobrir que a maior de todas as bênçãos que ele recebeu foi poder ter sido um agente abençoador.
Quem passa pela vida correndo atrás das bênçãos vai sentir uma alegria muito grande cada vez que julgar ter sido atendido. Contudo, essa alegria durará muito pouco. Logo o vazio tomará conta e uma nova demanda encontrará lugar em sua vida carente de sentido. Aí, talvez, você compreenda que o tempo todo Deus estava te ensinando o caminho da realização, da satisfação, da paz, do descanso, via serviço em favor do outro. Deus trabalhou todo o tempo tentando fazer da tua vida uma experiência abençoadora. Tentou fazer de você uma bênção.
“Mais bem-aventurado é dar do que receber”
Queremos ser abençoados. Para isto servimos a Deus. Há algo de errado? Não necessariamente. Há algo que deve anteceder a esta busca e que, de certa maneira, é até condição para ela. Abrão foi advertido sobre isto e teve que aprender ao longo de toda a sua caminhada.
O capítulo 12 de Gn marca uma espécie de instante inaugural da FÉ para a religiosidade de Israel. Não é a toa que o personagem que vivenciou essa saga passará para a história da religião hebréia como o “Pai da Fé”.
Se eu entendo corretamente essa história, os versículos iniciais deste cap. 12 lançam a plataforma que deveria lastrear toda a vida de Abrão e de todo aquele que se inserisse nessa dimensão de relacionamento com Deus. A expressão que melhor marca essa experiência é: “sê tu uma benção”.
Essa era uma maneira de tornar factual um conceito que facilmente se perderia em teoria, em teologia, em ritual, enfim, em coisa genérica. Se alguém se pergunta o que significa “viver a fé” Abrão nos responderia com sua saga assim: “é preciso ser uma bênção”.
No final da sua vida Abraão irá descobrir que a maior de todas as bênçãos que ele recebeu foi poder ter sido um agente abençoador.
Quem passa pela vida correndo atrás das bênçãos vai sentir uma alegria muito grande cada vez que julgar ter sido atendido. Contudo, essa alegria durará muito pouco. Logo o vazio tomará conta e uma nova demanda encontrará lugar em sua vida carente de sentido. Aí, talvez, você compreenda que o tempo todo Deus estava te ensinando o caminho da realização, da satisfação, da paz, do descanso, via serviço em favor do outro. Deus trabalhou todo o tempo tentando fazer da tua vida uma experiência abençoadora. Tentou fazer de você uma bênção.
“Mais bem-aventurado é dar do que receber”
AFA Neto
Shalom,Pr. Neto!
Boa tarde!
Mais uma vez estou acessando o seu blog e amei esta mensagem, tem tudo a ver comigo. Concordo com tudo o que foi escrito.
Verdadeiramente "Mais bem aventurado é dar do que receber."
Não tenho palavras. Já foi dito tudo. Temos que vivenciar esta palavra.
Edmary (gabinete)
Seus escritos tem me abençoado bastante, nem sempre tenho tido tempo para comentar mas aí vai. Ser benção é expressar as marcas de Cristo em nós,com amor e reconhecer a dependencia que temos nele. Ser benção é expandir o reino de Deus aqui e agora, observando o ide de Cristo. Ser benção é renunciar o que nos agrada e fazer a vontade do Pai. Ser benção é sentir prazer em viver como Cristo viveu. Ser benção é ter um pastor e amigo como vc. Obrigado por voce, Diana e os meninos serem benção em minha vida. Afinal ser benção é aprender com o outro. Ser benção é amar como Cristo amou.