
Dentre os maiores desafios propostos pela chamada pós-modernidade, aquele que reclama pelo resgate da experiência comunitária nos parece o mais urgente.
Depois de toda uma era marcada pela elevação do social à preocupação máxima do ser humano, vivemos um momento de exacerbação do individual. Depois de um tempo de sacrifício dos projetos pessoais, passamos ao mergulho de olhos fechados no lago da individualidade.
O isolamento proveniente dos fatores mais acentuados da nossa época, como a massificação e a reificação do individuo, tem gerado uma massa de solitários acossados por pessoas de todos os lados. Parece que quanto maior o número de pessoas ao redor, mais solitário se sente o ser humano hodierno. Junto com esta sensação de solidão, surge, também, o individualismo, como resposta equivocada do ser solitário à necessidade de sobrevivência. De fato, da solidão, passando pelo individualismo até chegar ao egoísmo, não é um longo caminho. E para consternação dos cristãos, este mal tem destruído a experiência comunitária tão cara para o cristianismo nascente.
AFA Neto
É, pastor...vivemos na era do isolamento e individualismo. Até se canta ..."cada um no seu quadrado..." e se riem como se individualismo fosse a principal virtude do século. Isso é a massificação ditando a nova era do secularismo. Em contrapartida, vemos que o amor não fingido está cada vez mais raro e quase extinto dessa sociedade que tem banalizado um sentimento tão puro e sublime.O exemplo de Jesus se faz desconhecido dessa geração de víboras, onde o mais forte engole o mais frágil e o que se leva em conta é o que tem mais, pois na balança social vale mais quem tem mais. Cegueira espiritual, falta de conhecimento bíblico e principalmente, falta de intimidade com Cristo que é o verdadeiro amor. Essa, infelizmente tem sido a marca dessa sociedade chamada pós moderna.
Susana Boaventura
Oi João ,Bom dia Paz e Bem!
Muito bom o texto.Vou imprimir e fazer outra leitura.
Carlos Lins