
“No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora todo medo. Ora o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor.” (1 João 4. 18)
“Sem humildade e coragem não há amor” (Zygmunt Bauman)
“O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece...” (1 Coríntios 12. 4)
“A satisfação no amor individual não pode ser atingida... sem a humildade, a coragem, a fé e a disciplina.” (Erich Fromm)
Para brincar e para jogar pus as citações acima. Promover um encontro entre os autores de ontem (primeiro século) e de hoje. Parece que ainda há muita sabedoria, encontrada nas Sagradas Escrituras, pronta para ser descoberta por quem não atribui muita importância ao texto sagrado.
Sem problema. Reconhecendo ou não a fonte onde se abeberou, o mais importante é que essas verdades sejam sempre relembradas e atualizadas.
O amor romântico das novelas e filmes pode ser para qualquer um, mas, o verdadeiro amor, aquele que nos assalta, nos desarma e expõe o que verdadeiramente somos não está acessível aos covardes e arrogantes. O amor nos leva ao quarto dos mistérios e nos faz abrir a porta que nos engole para dentro de um mundo desconhecido. No mundo do amor não existe um jogo, portanto, não há regras a serem aprendidas. As experiências de quem de lá voltou não poderão servir, pois a porta é sempre a mesma, mas o mundo é sempre outro. Além do mais, se voltou é porque nada aprendeu, pois se tivesse aprendido não teria voltado. Será que o Bauman tem razão quando diz que amor e morte são muito parecidos? Pelo menos eles têm em comum algumas coisas.
Amor e Morte exigem coragem. Se você ainda não se deu conta de que em ambas as realidades se está diante do desconhecido e do imprevisível – o que se requer o banimento do medo – ainda não aprendeu nada sobre eles.
Amor e Morte exigem humildade. Ambos nos destituem da posse de nós mesmos. Se não nos temos, que outra reivindicação poderia subsidiar nossa soberba?
Amor e Morte pedem rituais. Morte sem liturgia é feia, ignominiosa e desrespeitosa. Da cerimônia religiosa, passando pelas homenagens póstumas até chegar à lapide, nem o materialista mais encardido se furta a uma delas. Assim também o amor sobrevive dos ritos. Flores, declarações e seduções são alguns dos componentes da liturgia dos amantes.
Paremos por aqui.
A morte, eu tenho certeza que todos experimentaremos; quanto ao amor, bem, eu espero que você não passe pela vida sem experimentá-lo.
Sem problema. Reconhecendo ou não a fonte onde se abeberou, o mais importante é que essas verdades sejam sempre relembradas e atualizadas.
O amor romântico das novelas e filmes pode ser para qualquer um, mas, o verdadeiro amor, aquele que nos assalta, nos desarma e expõe o que verdadeiramente somos não está acessível aos covardes e arrogantes. O amor nos leva ao quarto dos mistérios e nos faz abrir a porta que nos engole para dentro de um mundo desconhecido. No mundo do amor não existe um jogo, portanto, não há regras a serem aprendidas. As experiências de quem de lá voltou não poderão servir, pois a porta é sempre a mesma, mas o mundo é sempre outro. Além do mais, se voltou é porque nada aprendeu, pois se tivesse aprendido não teria voltado. Será que o Bauman tem razão quando diz que amor e morte são muito parecidos? Pelo menos eles têm em comum algumas coisas.
Amor e Morte exigem coragem. Se você ainda não se deu conta de que em ambas as realidades se está diante do desconhecido e do imprevisível – o que se requer o banimento do medo – ainda não aprendeu nada sobre eles.
Amor e Morte exigem humildade. Ambos nos destituem da posse de nós mesmos. Se não nos temos, que outra reivindicação poderia subsidiar nossa soberba?
Amor e Morte pedem rituais. Morte sem liturgia é feia, ignominiosa e desrespeitosa. Da cerimônia religiosa, passando pelas homenagens póstumas até chegar à lapide, nem o materialista mais encardido se furta a uma delas. Assim também o amor sobrevive dos ritos. Flores, declarações e seduções são alguns dos componentes da liturgia dos amantes.
Paremos por aqui.
A morte, eu tenho certeza que todos experimentaremos; quanto ao amor, bem, eu espero que você não passe pela vida sem experimentá-lo.
AFA Neto
Por certo as coisas aqui não estão boas! Muitos tem tido esse sentimento mesmo, sempre copmento isso com um amigo do trabalho e vizinho meu - As pessoas tem banalizado tudo a seu redor, até mesmo a religião - Já não há mais respeito por ninguém, os valores da família tem sido posto de lado. O que ocorreu com o temor das pessoas? É para isso que serve a ciência? Para a elevar a "dessacralização" pregada pelos teóricos da literatura? Então o sagrado não vale mais nada? Temos que nos voltar para Deus.