
Nossa fé se alimenta de vários fatores, dentre eles, a convicção de que Deus age na hora certa, da maneira certa, nas pessoas certas, com fins certos. Descansando nessas verdades seguimos na nossa caminhada cristã marcada por alguns atropelos e algumas alegrias. Sufocados por todos os lados e, muitas vezes, nos sentindo desanimados, corremos o risco de deixar o desânimo nos arrastar para o desespero e a inércia. Sem forças, passamos a descrer do amanhã e de mudanças radicais em nossas vidas. Passamos a sobreviver e a adiar a morte, não tanto pelo prazer da vida, mas muito mais pelo medo do desconhecido.
Esse fenômeno acontece em todas as dimensões da nossa existência. No campo da vida espiritual, deixamos a rotina solapar a expectativa de uma irrupção de Deus na nossa história. Disso decorre uma religiosidade carcomida pelo tempo e sem nenhum vigor. Nos contentamos em saber que no final de tudo Deus nos levará para o céu. Então, reduzimos a vida cristã a uma lógica capitalista: nos privamos de todas as coisas boas aqui na terra e as depositamos em uma conta para resgatarmos na eternidade. O raciocínio é: quanto mais misérias, tristezas e desalentos aqui, mais riquezas, alegrias e empolgação no Paraíso. È essa lógica que eu não consigo aceitar.
Eu entendo que uma vida de entrega radical a Deus tem como conseqüência o encurtamento da distância que separa o céu da terra. Dito de outra maneira: a vida cristã destrói a geografia do reino da terra (lugar de agruras e desgraças) de um lado, e do reino dos céus (lugar de bonança) do outro. Estes, separados por um abismo só “transponível” pela morte. Terra e céu se tocam em vários momentos da existência daquele que vive com Jesus. Natural e sobrenatural se confundem porque Deus é tudo em todos. Como dizia um amigo meu: “O céu só é céu porque Deus está lá; e o inferno só é inferno porque lá não está Deus”. O céu sem Deus passa a ser inferno e o inferno com a chegada de Deus deixa de ser lugar de danação.
A decorrência disso é muito simples. O diferencial é Deus e somente Ele. É possível dormir tranqüilamente mesmo que a embarcação seja sacudida violentamente por uma tempestade. É possível cantar mesmo que o nosso mundo fique reduzido ao espaço de um minúsculo quadrilátero de prisão. É possível se alegrar e exortar outros a ter a mesma atitude mesmo que sobre nós pese uma sentença de morte. Enfim, é possível encontrar prazer e felicidade numa vida marcada por tanta dor e tragédia, desde que Deus esteja ao nosso lado.
Esse fenômeno acontece em todas as dimensões da nossa existência. No campo da vida espiritual, deixamos a rotina solapar a expectativa de uma irrupção de Deus na nossa história. Disso decorre uma religiosidade carcomida pelo tempo e sem nenhum vigor. Nos contentamos em saber que no final de tudo Deus nos levará para o céu. Então, reduzimos a vida cristã a uma lógica capitalista: nos privamos de todas as coisas boas aqui na terra e as depositamos em uma conta para resgatarmos na eternidade. O raciocínio é: quanto mais misérias, tristezas e desalentos aqui, mais riquezas, alegrias e empolgação no Paraíso. È essa lógica que eu não consigo aceitar.
Eu entendo que uma vida de entrega radical a Deus tem como conseqüência o encurtamento da distância que separa o céu da terra. Dito de outra maneira: a vida cristã destrói a geografia do reino da terra (lugar de agruras e desgraças) de um lado, e do reino dos céus (lugar de bonança) do outro. Estes, separados por um abismo só “transponível” pela morte. Terra e céu se tocam em vários momentos da existência daquele que vive com Jesus. Natural e sobrenatural se confundem porque Deus é tudo em todos. Como dizia um amigo meu: “O céu só é céu porque Deus está lá; e o inferno só é inferno porque lá não está Deus”. O céu sem Deus passa a ser inferno e o inferno com a chegada de Deus deixa de ser lugar de danação.
A decorrência disso é muito simples. O diferencial é Deus e somente Ele. É possível dormir tranqüilamente mesmo que a embarcação seja sacudida violentamente por uma tempestade. É possível cantar mesmo que o nosso mundo fique reduzido ao espaço de um minúsculo quadrilátero de prisão. É possível se alegrar e exortar outros a ter a mesma atitude mesmo que sobre nós pese uma sentença de morte. Enfim, é possível encontrar prazer e felicidade numa vida marcada por tanta dor e tragédia, desde que Deus esteja ao nosso lado.
AFA Neto
Olá pr. Neto!entrei no seu blog, puxei uma cadeira,e comecei a ler...embebida, me dei conta que não estava na cozinha da minha mãe,junto de um fogãozinho à lenha, tomando um cafezinho passado na hora...mas que esse espaço aq parece isso, ah isso parece...MUITO BOM!!! BOM MESMO!!!